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8 de maio de 2013

Séries que valem a pena Assistir!

Seleção de Séries que valem a pena assistir! Está procurando uma série para assistir? Então aproveite e de uma olhada em qual você mais se interessa! Algumas ainda estão em andamento e outras já encerraram mas o que importa é que são todas séries de arrasar!


A série conta a trajetória de Ragnar Lodbrok, um jovem que se considera descendente de Odin. Ragner é um guerreiro e fazendeiro casado com Lagertha, mulher que fabrica escudos, com quem tem dois filhos pequenos. Visionário e sonhando viver diversas aventuras, ele acredita que as riquezas sonhadas por seu povo encontram-se além do mar Báltico. Seus sonhos o levam a se tornar uma figura importante na aldeia, o que provoca uma certa tensão entre ele e seu irmão Rollo, um homem cruel que sente inveja da ascensão de Ragnar. Mas seu maior desafio é convencer Jarl Haraldson, o líder de seu povo, a permitir que ele reúna guerreiros para viajar para o norte. Temendo perder sua frota, Haraldson prefere enviar seus barcos para o leste. Ele ainda não superou a morte de seus dois flhos, embora ainda tenha Thyri, a filha que teve com Siggy, sua esposa, mulher que tem sua lealdade ao marido dividida. Desobedecendo seu líder, Ragnar começa a reunir um pequeno exército, contando com a ajuda de seu melhor amigo Floki, homem que projeta e constrói barcos.





Trata-se de uma comédia criada por Eric Falconer, Brian Burns, Chip Hall e Romanski (o nome artístico do roteirista e ator é só esse) e produzida pela Lionsgate Television.
Filmada em Quebec, Canadá, a série gira em torno de três novatos em um time de futebol escolar no interior americano. Alex (Darin Brooks), um talentoso quarterback, que adora se divertir e não acredita muito em seu futuro como esportista; Sammy (Romanski), que sonha ser o mascote do time; Craig (Sam Jones III) um dedicado jogador que espera ter uma oportunidade para entrar em um time profissional. Seu único problema é a namorada Denise (Gabrielle Dennis), que se recusa a transar com ele antes do casamento.
Assim, ele vai para a farra, na companhia de outro jogador, Thad (Alan Richson), que persegue mulheres mais velhas. O capitão da equipe (Alan Ritchson) é um sádico e o treinador Daniels (o veterano Ed Marinaro, de “Chumbo Gross/Hill Street Blues”), exigente, mas, ainda assim, os rapazes conseguem aprontar das suas.
Calouros com esperanças e sonhos completamente diferentes tentam conciliar as práticas de futebol com as aulas, os relacionamentos, as festas e as intermináveis rodadas de trotes que recebem dos seus colegas super-agressivos.


O novo Two and a Half Men apesar de ter perdido muito seu brilho e qualidade no humor, continua sendo uma ótima serie. A comédia começa a apresentar sinais de uma positiva mudança à medida que Walden Schmidt, personagem de Ashton Kutcher, ganha destaque e maior aceitação popular e o roteiro passou a valorizar melhor o talento de Jon Cryer (Alan) que aos poucos faz a serie continuar a valer à pena.




Há 20 anos, Sam e Dean Winchester perderam sua mãe em um trágico e misterioso acidente, no qual as forças obscuras estiveram envolvidas. Por esta razão, seu pai decidiu ensiná-los a lidar com a vida sobrenatural, ensinando-lhes técnicas de defesa contra as forças do mal; chegando até a ensinar a maneira ideal para matar os diferentes tipos de demônios. Agora, os irmãos Winchester percorrem os Estados Unidos em seu velho Chevy travando uma verdadeira batalha contra a obscuridade e a maldade. Objetos amaldiçoados, vampiros, bruxas e entidades maléficas — incluindo anjos, até mesmo o próprio lúcifer — são só alguns dos desafios que estes dois irmãos têm de superar. Na temporada atual, acho que caiu um pouco o nível, mas essa serie está onde merece, pois promete muita coisa ainda.




Spartacus é uma série sobre o gladiador mais famoso de Roma. Logo Após Spartacus ser separado de sua mulher, ele é forçado a entrar na arena horrível e sanguinária, onde uma morte cruel é o melhor entretenimento. Spartacus deve lutar pela sobrevivência, fazer amizade com seus inimigos e fazer política neste novo mundo de corrupção, violência, sexo e fama. Ele vai ser seduzido pelo poder e atormentado pela vingança. Mas sua paixão lhe dará a força para prevalecer sobre todos os obstáculos, neste conto moderno e desinibido sobre morte, honra e resistência. Essa é uma produção de alto nível em todos os aspectos: elenco, cenários e com doses de violência, sangue e sexo! Após o afastamento, e conseqüente morte, do ator Andy Whitifield muitos esperavam que a serie fosse cancelada, mas ela voltou com Liam McIntyre interpretando Spartacus no lugar de Andy e ele está fazendo um trabalho incrível juntamento com o restante do elenco.

A comédia enfoca a busca de Ted para encontrar o amor de sua vida. Tudo começa quando seu melhor amigo, Marshall, anuncia seu noivado com a namorada Lily, uma professora do jardim da infância. Neste instante, Ted se dá conta de que precisa fazer alguma coisa para não terminar sozinho. Para ajudá-lo em sua busca está o personagem mais divertido da serie: Barney, um amigo com muitos conselhos e estratégias para pegar a mulherada, que muitas vezes acaba levando-os a muitas situações hilárias. Quando Ted conhece Robin, ele acredita ser amor à primeira vista. Porém, ele não sabe que o destino lhe reservou algo a mais. A história é narrada no futuro, a partir das lembranças do protagonista. 


Top Pop: As 10 melhores séries de TV da atualidade

É verdade que a série caiu muito desde seu auge nas primeiras temporadas, mas ninguém (ou muito poucos) conseguiram abandonar de vez o Serial Killer que mata Serial Killers. A série se encaminha para a estreia de sua última temporada nos próximos meses e com certeza para uma redenção com seus fãs, que querem que a série volte ao seu auge.
A promessa de que a próxima e última temporada seja ótima é grande, embora a Showtime hoje em dia parece acreditar muito mais em Homeland e até mesmo nas suas novas produções do que em Dexter, que foi até adiantado para o inicio do ano, enquanto Homeland permaneceu nas estreias do último quarto de ano.

The Walking Dead
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The Walking Dead é uma série de altos e baixos, a primeira temporada começou absurdamente bem e terminou num episódio fraco. A segunda temporada inteira, exceto pelos episódios que começavam e terminavam a temporada e a midseason, foi muito ruim, mas a terceira temporada, essa sim chegou arrebentando tudo.
Mortes de personagens importantes, a introdução do Governador que é um puta vilão e… alguns problemas com personagens que o publico deveria gostar muito, como Michonne e Andrea, duas das favoritas nos quadrinhos, no qual a série é baseada e que na série de TV ficaram extremamente chatas marcam mais uma vez esses altos e baixos.
Ao menos Michonne se redimiu no final da temporada, mas o final, e a segunda metade da temporada em si tem um tom mais fraco que a primeira metade da mesma. Ainda assim The Walking Dead acabou bem o suficiente para esquecermos os problemas da segunda temporada e entrar em 6° lugar na nossa lista, mas podia ter sido melhor.




Modern Family






Uma coisa me deixa triste em relação à Modern Family: a maneira como eles não conseguem manter a regularidade na série. O terceiro ano sofre do mesmo problema do anterior: ora é hilariante, ora é sem graça. Os personagens são ótimos e cada vez mais eles se aproximam de figuras do nosso cotidiano. É uma família de verdade, tão problemática quanto a minha e a sua. Ou um pouco mais. Há situações hilárias, como o passeio na fazenda, a relação de Jay (Ed O’Neill) com a cachorrinha Stella, os gritos de Gloria (Sofía Vergara), as trapalhadas de Phil (Ty Burrell), os chiliques cada vez mais agravantes de Claire (Julie Bowen) e o desempenho cada vez melhor das crianças. Infelizmente, a série dá brecha para alguns clichês e perde um pouco do seu brilho e originalidade que possuía nos dois primeiros anos, mas quando faz rir, ela faz o espectador cair na gargalhada.



Veep



Mostrar a vida de um presidente? Por que fazer isso se podemos mostrar como é a vida de um vice? Tentando renovar suas comédias, a HBO lança um produto inteligente, sagaz e com humor refinado. Como de costume, o canal não cria sitcoms. Veep mostra o que acontece no gabinete e no dia a dia de Selina (Julia Louis-Dreyfus, ótima no papel), vice-presidente dos Estados Unidos. O retrato é de uma pessoa com boas intenções, mas que não sabe muito bem o que está fazendo, sempre precisando da ajuda de seus assessores e assistentes, esperando pelo dia em que o presidente irá ligá-la. Com muita cara de pau, ironia e crítica ao universo político, Veep mostra-se uma comédia que alimenta bem o cérebro, diverte e ainda faz rir.


New Girl


Zooey Deschanel já seria motivo suficiente para que alguém assistisse New Girl. Sinceramente, sua participação em uma série me chamou atenção e por isso decide assistir ao piloto. Felizmente, ela não é a única razão de conferir o seriado. O programa me proporcionou diversas risadas e algumas gargalhadas. Apesar de não ter uma história tão bem orquestrada, as situações fora do comum, os diálogos sem noção e personagens malucos, com características bem definidas e capazes de fazer o mais sisudo rir, tornam New Girl uma das comédias mais deliciosas dessa temporada.


Community


A pergunta é: o que Community não fez nessa terceira temporada? Eu, sinceramente, não sei dizer. O criador e roteirista Dan Harmon ligou o botão “dane-se” e mandou ver nas maluquices. Se antes a série tinha um pezinho na mania de criar lições de moral à la Disney, agora isso é algo distante. Os personagens estão mais confortáveis do que nunca, cada vez mais insanos e passando por situações que ultrapassam a barreira do absurdo e do mundo real. O elenco está afiadíssimo, da mesma forma em que o roteiro está mais ácido e recheado de referências à cultura pop. Sociedade secreta do ar condicionado, crianças como seguranças do campus, realidades paralelas, contos de terror, karaokê, filmagem documental, fortes de travesseiros e cobertas, especiais de Law & Order, investigação noir e em animação 8-bit. Isso é apenas uma parcela do que Community fez nesta temporada. A série arriscou mais do que nunca, surtou de vez e entregou ao espectador a melhor comédia da temporada.


Game of Thrones


O principal motivo de Game of Thrones figurar entre os melhores dramas da televisão é por causa de sua produção estupenda, digna de filme blockbuster. A HBO sempre prezou por programas de qualidade e Game of Thrones está dentro deste patamar. Este segundo ano não é tão bem amarrado, tampouco empolgante e interessante quando o primeiro, mas consegue impressionar por todos os quesitos técnicos, além de bons diálogos, atuações dentro da média e a grande batalha de Blackwater, ápice desta temporada.

Mad Men



Falar que Mad Men é genial já virou clichê. Por mais que isso seja, não deixa de ser verdade. A série não é apenas competente em retratar com fidelidade o cenário estadunidense dos anos 60. Acima de qualquer simbolismo que a série possa trazer, seu principal trunfo é trabalhar como ninguém os personagens. Pra quem nunca assistiu a série, ver um episódio perdido seja da terceira, quarta ou quinta temporada, certamente não irá se interessar por ela. Isso porque a história isolada pouco faz sentido para quem está de fora, já para aqueles que acompanham Don (Jon Hamm), Peggy (Elisabeth Moss), Roger (John Slattery), Pete (Vincent Kartheiser), Joan (Christina Hendricks), entre outros, Mad Men é inigualável. A cada temporada presenciamos a evolução destas figuras e aprendemos, então, a nos importar. Nesta temporada temos Don tentando ser um bom marido para Megan (Jessica Paré) e se afastando do feeling de trabalhar em sua agência. Todos começam a perder o interesse em algo e buscam em outras coisas o prazer de viver. É cada um por si, tentando descobrir uma nova razão para levar sua vida adiante. É nesta busca por algum sentido que Mad Men nos mostra novamente como se faz uma série, baseada unicamente em seus personagens e seus dramas.


Breaking Bad



Se a terceira temporada já tinha mostrado a ótima série que Breaking Bad poderia ser, a quarta mostra que Breaking Bad pode ser excelente. Todos os elogios que você já leu ou ouviu sobre o seriado são verdadeiros. O principal slogan da AMC (canal exibidor) anuncia que a “história importa aqui”. Desde o primeiro ano somos jogados para o mundo de Walter (Bryan Cranston) e Jesse (Aaron Paul) e aprendemos a conviver com estes personagens. Acompanhamos o rumo que suas vidas tomaram e nesta temporada eles estão à beira do abismo. A cada episódio, Walter se envolve em uma nova enrascada. A saga pela sobrevivência tanto dele quanto a de sua família tomam rumos inesperados e a paranoia aumenta a cada instante, onde tanto a vida dele quanto a de qualquer outro familiar pode chegar ao fim. É incrível como os roteiristas costuram essas histórias, onde Walter se envolve em um problema pior do que o outro, pratica atos cada vez mais contundentes e vai trilhando um caminho de onde fica dificílimo sair conforme o tempo passa. O poder sobe à cabeça e nós, telespectadores, conferimos uma das melhores performances que a televisão já teve com Cranston, além de um elenco de coadjuvantes excepcional. Breaking Bad é inteligente, provocante, surpreendente e brilhante. Entre o drama, ação e humor negro, a série proporciona uma temporada impecável, com episódios de explodir a mente e que mantém o clima de tensão do primeiro ao último capítulo.
Se interessou? Caso queira assistir alguma série da lista basta procurar ela no menu ao lado direito e ser feliz!


E você sabe mais alguma série digna de ser considerada Top Série? Então não deixe de comentar! 


Um comentário:

  1. estou ansioso para a volta de breaking bead o final desta serie tem tudo para ser épico

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